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Papa promete baixar o nível de pedofilia na Igreja a níveis aceitáveis

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O Papa Bento XVI explica quais tipos de apalpos lentos e deliberados a Igreja considera inadequados.

CIDADE DO VATICANO – Chamando o comportamento de vergonhoso, pecaminoso e com muito mais frequência do que o Vaticano se sentiria confortável, o Papa Bento XVI prometeu esta semana baixar o nível da pedofilia difundida dentro da Igreja Católica Romana até um nível mais controlável.
Dirigindo-se a milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro no Domingo de Páscoa, o Pontífice ofereceu suas “mais humildes desculpas” às vítimas de abuso, e se comprometeu a reduzir o número total de assédios sexuais em 60 por cento nos próximos cinco anos.
“Isso é absolutamente inaceitável”, disse o Papa Bento. “Parece que um enfraquecimento da fé em Deus impediu nossos sacerdotes de exercitar moderação ao abusar sexualmente de menores desamparados.”
“E deixem-me lembrar aos nossos sacerdotes dos santos votos que todos fizeram quando eles entraram para o sacerdócio,” ele continuou. “Eles deveriam saber que lhes é permitido somente uma criança pequena a cada dois meses.”
O papa disse que estava profundamente decepcionado ao saber que o número de crianças abusadas sexualmente por padres era quase 10 vezes acima do limite permissível claramente delineado na doutrina da igreja. Admitindo pela primeira vez em público que o assédio sexual super indulgente de “carne jovem macia, macia” tornou-se uma crise de grandes proporções, o Santo Padre prometeu implementar novas reformas para trazer a taxa de pedofilia de volta a cinco crianças por 1.000 padres.
“A verdade é que sempre haverá um pouco de abuso; é simplesmente inevitável”, disse o porta-voz do Vaticano, reverendo Federico Lombardi. “Mas o fato de que os garotos se tornaram muito mais atraentes ao longo das últimas décadas não é desculpa para o desafio flagrante dos limites da igreja que estiveram em vigor por séculos.”
“A maioria dos padres absolutamente não quer molestar crianças”, ele acrescentou. “Mas para aqueles que o fazem, temos de nos certificar que eles estejam fazendo isso a uma taxa razoável.”
Após o discurso do papa, o Vaticano emitiu uma declaração descrevendo o seu plano para reduzir a pedofilia. A partir do próximo ano, cardeais especialmente treinados farão visitas sem anúncio prévio, para inspecionar e observar igrejas aleatoriamente, a fim de garantir que elas não estão ultrapassando os limites estabelecidos em nível de diocese. Os cardeais-inspetores classificarão cada paróquia com base em longas entrevistas particulares com coroinhas nos porões escuros da igreja, e cuidadosa observação da atividade sexual dos sacerdotes.
Estes altos funcionários também terão a autoridade para impor punições duras a qualquer membro do clero que violar sua cota de pedofilia.
“Se um padre ultrapassar o limite em uma única criança, haverá um inferno a pagar”, disse o Prefeito Emérito da Congregação dos Bispos, Giovanni Battista Re, explicando a nova regra do Vaticano: “Três Ocorrências e você está fora.” Depois da terceira infração, o padre infrator será imediatamente transferido para outra paróquia. Isto dará aos funcionários tempo para investigar o caso, e atuará como um dissuasor eficaz, uma vez que geralmente meses são necessários até que os sacerdotes ganhem a confiança de novas crianças.
Como uma “medida de boa vontade “, o Cardeal Re disse que será exigido que todas as igrejas exibam um sinal ao lado do altar, indicando o número de dias desde o último abuso sexual.
A crítica ao novo plano do papa já começou a emergir de dentro da própria Igreja Católica. O Rev. Walter Moore, pastor da Paróquia de St. Peter em Chicago, questionou a metodologia do Vaticano no cálculo das taxas de abuso sexual, dizendo que a definição inconsistente de pedofilia da igreja pode ter distorcido os números.
“É, tecnicamente, pedofilia se a criança está totalmente vestida todo o tempo? E se ela estiver dormindo quando isso acontece?” disse Moore. “Chegou o momento de termos algumas orientações claras de Roma sobre esta questão. Por exemplo, a igreja conta como um incidente, independentemente de a criança ter sido molestada várias vezes pelo mesmo indivíduo ou por dois padres de uma vez. Isso está simplesmente errado”.
“Além disso, supondo-se que isso seja um segredo especial entre o padre e o garoto, isso chega a ser assunto do interesse da igreja?” , acrescentou. “Talvez Brandon está apenas tentando chamar a atenção.”
O Vaticano não divulgou detalhes do próximo giro mundial do Papa, no qual ele planeja esclarecer qualquer confusão sobre o assunto, demonstrando, pessoalmente, o que constitui abuso.
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